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Bibliotecário de obras raras fala sobre preservação de patrimônio bibliográfico no STF

Em comemoração aos 131 anos da Biblioteca Ministro Victor Nunes Leal, do Supremo Tribunal Federal (STF), celebrados nesta segunda-feira (8), foi realizada mais uma edição do projeto Biblioteca Com Vida. O professor Raphael Greenhalgh, bibliotecário de obras raras da Biblioteca Central da Universidade de Brasília (UnB), apresentou o tema “Obras Raras e Segurança”.A exposição foi baseada em tese defendida por ele em 2014 e atualizada para essa apresentação, sobre segurança contra roubo e furto em acervos raros, questão relacionada à preservação do patrimônio bibliográfico brasileiro. Raphael citou casos da prática desses crimes em 18 instituições, entre elas a Biblioteca Nacional e as bibliotecas da USP, da UFRJ e da UFMG, e lembrou que o Brasil não é o único país em que isso ocorre: museus conhecidos nos Estados Unidos, no Egito e na França, entre outras nações, também sofrem atentados contra suas coleções.Segundo o professor, os crimes de furto e de roubo são praticados de persas formas, por pessoas que se passam por visitantes, com o objetivo de subtrair exemplares, por quadrilhas que invadem bibliotecas a mão armada ou durante o transporte de obras para outras instituições. “Precisamos estar atentos a essas situações e estruturas, a fim de que nossas instituições não passem por algo semelhante”, ressaltou.Greenhalgh citou possíveis motivações para crimes contra o patrimônio bibliográfico e identificou critérios subjetivos para atestar a raridade de obras. Analisou, ainda, a questão da segurança nas instituições guardiãs, verificando a necessidade de diálogo com toda a estrutura, tendo em vista a influência da eficácia policial e do rigor penal em relação a esses delitos.Por fim, o palestrante apresentou sugestões para a redução de riscos relacionadas à implantação de políticas de proteção dos acervos e estratégias simples que não dependem de investimentos. Uma dessas medidas pode ser a digitalização, com acesso remoto às obras raras, para evitar que grande quantidade de pessoas tenha acesso à obra original a ser preservada.A bibliotecária Solange Jacinto fez a abertura do evento, que teve como debatedora a bibliotecária Márcia Rodrigues, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (FURG). A tese está disponível no banco de acervo da UnB, e a exposição poderá ser assistida no Canal do STF no YouTube.Leia mais:5/8/2022 - Biblioteca do STF comemora 131 anos com evento sobre obras raras e segurança
08/08/2022 (00:00)

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