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18 de Junho de 2018 - 
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Acusada da morte do marido é condenada a 7 anos de prisão

Jurados do 3º Tribunal do júri de Belém, presididos pela juíza Ângela Alice Alves Tuma, condenaram Helena Silva dos Santos, 37 anos, diarista, acusado de co-autoria no homicídio praticado contra Pedro Ronaldo Baia Lobato, 45 anos, marido da ré. Por maioria dos votos, os jurados acolheram parcialmente a acusação sustentada pelo promotor José Rui de Almeida Barbosa, de autoria de homicídio, rejeitando as qualificadoras. A defesa da ré promovida pelo defensor público Rafael Sarges sustentou a tese de negativa de autoria que foi rejeitada, sendo acolhida a exclusão de qualificadora o que implicou numa pena menor. Com base no resultado da votação, a presidente da sessão dosou a pena da diarista em 7 anos de reclusão para ser cumprida em regime inicial semiaberto. Devido Maria helena ter respondido em liberdade, a juíza concedeu a ré o direito apelar da condenação em liberdade. Conforme acusação, a Pedro Ronaldo desapareceu por volta das 12h do dia 24/01/2008, após ir ao banco para retirar sua indenização trabalhista no valor de 5 mil reais. Quatro dias depois, por volta das 20h do dia 18/01/2008, o corpo de Pedro Ronaldo foi localizado na estrada do CEASA, em um terreno próximo a um campo de pesquisa da Embrapa. O laudo indicou que a morte foi por traumatismo craniano, causado por 10 pancadas na cabeça. Cristiane Ramos, com quem a vítima mantinha relacionamento extraconjugal, falou com a vítima minutos antes dele entrar no banco, sendo informada por ele sobre a indenização trabalhista que iria receber. Algumas horas depois, Cristiane voltou a ligar, mas foi atendida por outra pessoa, que se identificou como Kiko, que alegou que Pedro Ronaldo tinha saído e esquecido o fone. A polícia suspeitou de Maria Helena, viúva da vítima, porque familiares da vítima consideraram o comportamento da mulher estranho, assim como desconfiaram de um amigo da vitima, Alex Moura, que frequentava a casa do casal. Conforme informações dos familiares da vítima. Aléx Moura mantinha relacionamento extraconjugal com Maria Helena e quando a vitima saia para trabalhar o amante se mudava para a casa da vítima. Outro comportamento suspeito da mulher e do amante foi o fato de, após o desaparecimento da vítima, ambos viajaram para o Maranhão. A mulher nega o crime. Alex Moura, também pronunciado para ser submetido a júri popular, por coautoria do crime de homicídio qualificado, teve o júri desmembrado, devendo ser julgado em outra sessão em data a ser marcada, a pedido da defesa do acusado.
Fonte:
TJ Para
30/05/2018 (00:00)

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