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Ação reforça proteção socioeducativa

 “Justiça e Dignidade com Absoluta Prioridade” é o nome da ação integrada de cidadania, promovida de forma integrada entre as quatro varas de infância e juventude de Belém. Marcada para o próximo dia 23 deste mês, a ação vai mobilizar duas frentes de trabalho no bairro do UNA, em Ananindeua, onde o projeto Escrevendo e Reescrevendo a Nossa História atende a cerca de duas mil pessoas por ano, entre socioeducandos, egressos do sistema penal, seus familiares e as comunidades do entorno. Haverá expedição de carteira de trabalho, identidade, certidões de nascimento e CPF, além de oficinas e palestras. Simultaneamente, uma equipe de 60 pessoas, entre comissários efetivos e agentes de proteção, estará nas escolas, conversando com professores, coordenadores pedagógicos e alunos, sobre prevenção ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes. Titular da 3ª Vara de Infância e Juventude, cuja competência é aplicar as medidas socioeducativas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente, o juiz Vanderley de Oliveira Silva explica que a ação do TJPA se integra ao trabalho de pacificação que o governo do Estado vem executando naquela região. “Nós pretendemos alcançar um público de milhares e milhares de pessoas, tendo em vista até que o governo do Estado, o Poder Executivo, está trabalhando com os Territórios de Paz e aquela região ali do Una, Jaderlândia, Cabanagem e outros bairros circunvizinhos, eles estão dentro desse contexto da violência, que foram abrangidos pelos Territórios de Paz. Então, o Tribunal também está fazendo a sua parte”. O projeto Escrevendo e Reescrevendo a Nossa História é uma parceria entre o TJPA e o Ministério Público do Trabalho, com apoio de entidades governamentais e da sociedade civil. Somente no UNA, um dos principais polos do projeto, são oferecidos 11 cursos profissionalizantes e nas áreas de esporte e música. O juiz Vanderley Oliveira argumenta que a inclusão socioeconômica é a forma mais eficaz de combater o avanço da criminalidade entre as comunidades da periferia.   “Esse tipo de ação mostra principalmente a presença do poder público. Poder público, seja Executivo, Legislativo ou Judiciário, na sua presença, marcando de maneira efetiva trabalhos em prol da inclusão social, da inclusão socioeconômica e também da conscientização e combate a esse tipo de violência, que tem vilipendiado todos os nossos infantes, crianças e adolescentes”, diz ele.
Fonte:
TJ Para
21/08/2019 (00:00)

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