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Entidades renovam programa de atendimento

A renovação de termo de cooperação para atendimento de jovens egressos ou submetidos à medida socioeducativa reuniu representantes do Tribunal de Justiça do Pará (TJPA), do Ministério Público do Trabalho (MPT), Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais (ADRA), Federação dos Empreendedores Adventistas do Pará (Fé Pará) e mais 12 instituições, nesta sexta-feira, 13, no Gazebo do prédio sede do TJPA. O projeto “Escrevendo e Reescrevendo a Nossa História” (PERNOH) completou mais de um ano e teve sua renovação celebrada durante um culto com apresentação de seu coral. O projeto PERNOH é composto por duas vertentes de atendimento, a primeira voltada à socioeducação de jovens da Região Metropolitana de Belém (RMB) e atendimento a suas famílias, e a segunda voltada à comunidade do bairro do Una, que atende adolescentes em situação de risco e a sociedade em situação de vulnerabilidade social da localidade. No ano de 2017, o projeto atendeu 600 pessoas e neste ano de 2018 já atende mais 500, que fazem vários cursos, dentre eles corte e costura, informática, gastronomia, musicalização (em parceria com o Instituto de Música Carlos Gomes), praticam esportes e têm atendimento multidisciplinar. O juiz da 3ª Vara da Infância e Juventude de Belém, Vanderley de Oliveira Silva, à frente do projeto pelo TJPA, disse que o PERNOH promove uma inclusão socioeconômica efetiva, pois trabalha não somente com o jovem infrator, mas apoia sua família e a comunidade. “É um resgate da cidadania. O projeto prepara esses lares para dar um ambiente minimamente favorável para o desenvolvimento e a formação desses adolescentes. Criamos um sistema holístico, em várias vertentes de atendimento, agregando parceiros, num projeto que veio para cobrir uma lacuna existente. Com isso, percebemos claramente os resultados produzidos. Num levantamento do ano passado, nós apuramos que 88% dos jovens que passaram pelo projeto não voltaram à reincidência no crime. Ao observar esses indicadores a gente já percebe que estamos no caminho dessa inclusão efetiva”. Luiziene Monteiro da Silva tem 18 anos, foi apresentada pela mãe ao PERNOH e participa há um ano do projeto. Ela e é solista do coral “Escrevendo e Reescrevendo a Nossa História” e falou da integração que o projeto proporciona. “Sou da comunidade do Una, curso ensino médio e técnico em enfermagem e minha mãe sempre procurou projetos para ocupar o nosso tempo. Foi aí que conheci o projeto. Inicialmente eu não sabia que também faziam parte jovens que cumpriam medidas socioeducativas, mas fiquei feliz quando soube. É uma oportunidade para eles, pois mostra que também tem pessoas que se importam e querem que eles tenham uma vida diferente, longe do que é errado. No coral não há distinção, somos todos cantores”. O pastor Leonino Santiago, presidente da Igreja Adventista do Norte celebrou culto e comentou uma passagem bíblica do livro Ato dos Apóstolos, conclamou aos presentes que usassem o que tinham às mãos, começassem onde estivessem e que usassem as próprias habilidades para fazer a diferença. “Se você quer fazer mais, use o que tem à mão, temos que aceitar o desafio e avançar, do seu lado existe uma necessidade esperando você agir. Só assim faremos a diferença”. Presentes também à assinatura e ao culto, a desembargadora Ezilda Pastana Mutran, e o juiz criminal Deomar Barroso. São parceiras do projeto as seguintes instituições: Organização Internacional do Trabalho (OIT), Fundação de Atendimento Socioeducativo do Pará (FASEPA), Superintendência do Sistema Penitenciário do Estado do Pará (SUSIPE), Polícia Civil/Data, Fundação Pro Paz, Secretaria Extraordinária de Estado de Integração e Políticas Sociais (SEIPS), Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais (ADRA), Federação dos Empreendedores Adventistas do Pará (Fé Pará), Centro de Defesa do Negro no Pará (CEDENPA), Instituto Universidade Popular (UNIPOP), Centro de Estudos e Memória da Juventude Amazônia (CEMJA), Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB), Escola Salesiana do Trabalho (EST) e Igreja Católica.
Fonte:
TJ Para
13/04/2018 (00:00)

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